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à deriva
(2013)
No caminho, antes, a gente precisava de atravessar um rio inventado.
Na travessia o carro afundou e os bois morreram afogados.
Eu não morri porque o rio era inventado.
Manoel de Barros
Sob direção de Giselle Rodrigues o espetáculo partiu de pesquisas com a memória além de procedimentos como imaginação ativa e escrita automática, tendo como princípios de linguagem o ambiente imersivo, a simultaneidade de cenas e ações e a presença de vídeos e arte computacional.
Sua dramaturgia, original e colaborativa, foi criada na fricção entre autoficção, lembranças, cartas, agendas, além de textos produzidos pelos atores e pelo dramaturgo Jonathan Andrade. Além da dramaturgia textual, os conceitos de dramaturgias dos sentidos e dramaturgias do corpo cênico foram experimentados na criação com apoio da realização de vídeos-performances e de intervenções urbanas como laboratórios de pesquisa.
Durante o processo, o grupo contou ainda com a colaboração dos artistas-pesquisadores Matteo Bonfitto e André Amaro. O espetáculo foi selecionado para o Festival Internacional Cena Contemporânea e para a Mostra SESC do Teatro Candango, ambos em Brasília.

ficha técnica
Direção:
Giselle Rodrigues
Atuação:
Alice Stefânia, Cristiano Gomes, Diego Borges, Mônica Mello, Rachel Mendes, Raq Feitosa, Rita de Almeida Castro
Dramaturgia:
O grupo
Colaboração dramatúrgica:
Jonathan Andrade
Direção de imagens e projeções:
Carlos Corrêa Praude
Iluminação:
Carlos Praude e Diego Borges
Sonoplastia:
Jesuway Leão e Omar Amor
Fotografia:
Fernando Santana
Produção:
Guilherme Angelim – Guinada Produções
Produção:
Caixote Produções
Colaboradores:
André Amaro e Matteo Bonfitto
Patrocínio:
Lei Rouanet - Corumbá Concessões SA
Apoio:
Universidade de Brasília
Temporadas:
Brasília - CCBB, Teatro Garagem (SESC 913 Sul), Teatro Newton Rossi (SESC CEILÂNDIA). Palmela (PT) - Sede do Teatro O Bando





















